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Diogo Lopes Avalia Jogo do Atlético e Aponta Evolução Tática

Por Redação FutGalo em 04/02/2026 23:11

Na ausência de Jorge Sampaoli, suspenso após sua expulsão em partida anterior, o auxiliar Diogo Lopes assumiu o comando técnico do Atlético Mineiro na derrota por 1 a 0 para o Red Bull Bragantino. O confronto, realizado no Estádio Cícero de Souza Marques, marcou o fim da sequência invicta da equipe na temporada, que acumulava sete jogos sem reveses, com duas vitórias e cinco empates. Contudo, apesar do resultado negativo, o membro da comissão técnica defendeu a atuação do time, especialmente no segundo tempo, argumentando que o placar final não condiz com o desenrolar da partida.

Desempenho e Expectativas do Galo em Campo

"Acredito que merecesse uma sorte maior, talvez um empate como resultado, que nos manteria uma invencibilidade bastante importante", declarou Diogo Lopes. Ele enfatizou que o revés foi um evento "ocasional", não reflexo de uma falta de empenho por parte dos jogadores. O auxiliar técnico ressaltou a capacidade de recuperação demonstrada pela equipe, lembrando de outros jogos nos quais o Galo conseguiu reverter placares desfavoráveis.

O auxiliar destacou a capacidade de reação da equipe e lembrou de jogos anteriores onde o Galo buscou o resultado:

"Não acho que é uma questão postural e sim ocasional. Ao mesmo tempo eu prefiro ver o outro lado da ação, nos últimos jogos a gente conseguiu remontar partidas. Assim foi o clássico, assim foi contra o Palmeiras. Acredito que hoje, de certa forma, em algum momento do jogo, não sei se buscávamos a virada, como foi em outros jogos, mas acredito que a equipe fez um segundo tempo com uma postura bastante diferente daquilo que foi o primeiro".

Estratégias Táticas e Adaptações da Comissão Técnica

Um dos aspectos mais debatidos foi o uso excessivo de ligações diretas durante o primeiro tempo, período em que o Atlético enfrentou dificuldades na construção de jogadas. Diogo Lopes explicou que essa estratégia foi uma resposta à pressão alta exercida pelo adversário, embora tenha admitido que as características dos atletas em campo, naquele momento inicial, não foram ideais para esse estilo de jogo.

"O Bragantino joga de uma maneira muito agressiva, que individualiza. A questão da bola longa, em certo momento, foi parte daquilo que a gente imaginava como estratégia. A gente precisava colocar essa bola mais rápido no campo contrário", explicou.

Segundo ele, a leitura da partida foi revisada no intervalo, com o objetivo de direcionar o jogo para um cenário onde o Bragantino não tivesse vantagem física. As correções implementadas surtiram efeito, permitindo uma melhor competitividade.

"A gente conseguiu enxergar isso rápido no intervalo, fazer as trocas e trazer a energia necessária para poder competir", finalizou.

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