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Atlético-MG: A Importância da Autoridade Presidencial em Tempos de Incerteza
Por Redação FutGalo em 23/07/2025 02:21
A atual conjuntura se mostra singular, marcada por declarações voláteis e uma inversão de direções que desorienta. Para qualquer atleticano fervoroso, uma verdade sempre foi inegável: a palavra do presidente do Clube Atlético Mineiro constituía um decreto, uma ordem a ser cumprida integralmente. Contudo, o cenário contemporâneo é permeado por ventos turbulentos que parecem corroer essa tradição.
A cadeira presidencial do Galo representa uma responsabilidade colossal, sendo o posto de maior destaque em Minas Gerais. Quando o dirigente máximo se pronuncia, suas palavras deveriam sobrepor-se a qualquer outra questão, exigindo atenção irrestrita. Um presidente do Atlético não pode demonstrar hesitação; o respeito inerente ao cargo é fundamental, mesmo em face de discordância. No entanto, a voz presidencial não deve ser submetida a jogos de retórica nem ter sua força esvaziada.
Pela segunda vez em um curto intervalo, Sérgio Coelho se depara com as repercussões de suas próprias declarações, tanto as gravadas quanto as proferidas publicamente. Consciente de suas nobres aspirações, especialmente em prol dos menos favorecidos, e considerando a relevância de sua posição à frente de uma instituição centenária em Minas, suas palavras jamais deveriam ser proferidas com leviandade ou perder seu crédito.
A Erosão da Autoridade Presidencial no Galo
A capacidade de flexibilizar uma posição e mudar de opinião em busca de um desfecho superior é, em princípio, uma virtude. Mas, por que essa adaptabilidade não tem sido bem recebida? A questão reside na contundência das "determinações" anteriores, proferidas com argumentos categóricos e uma convicção inabalável. O que falta neste momento crucial é justamente a certeza. Se a segurança não é tangível, então não deveriam ser proferidas afirmações definitivas como: "vamos ficar aqui" ou "não vai diluir de lá". Se a torcida não consegue mais depositar fé em seu presidente, algo fundamental está desajustado.
Mesmo diante da recorrente alegação de que "mas você sabe que quem manda é o Rafael Menin", essa percepção não anula ? ou não deveria anular ? a relevância do cargo que protege a associação original, com seus 117 anos de história. Essa função existe para, independentemente de alianças ou desavenças, defender os interesses do Clube Atlético Mineiro acima de tudo e de todos.
O Imperativo da Coerência na Liderança Atleticana
A honra de um líder é o pilar de sua credibilidade. A palavra empenhada é o fundamento de seu prestígio. Se a gestão atual do Galo não compreender a urgência de zelar pela imagem e pela dignidade do presidente Sérgio Coelho, em virtude da posição que ele ocupa, a própria instituição será prejudicada.
Fortalecer o presidente do Atlético é torná-lo uma figura robusta, pujante e altaneira ? à semelhança de um Galo de briga que defende a lendária Sede de Lourdes e protege a instituição contra qualquer adversidade. Ser presidente do Atlético nunca foi uma missão passiva. Pelo contrário: a cadeira é elevada para que o Galo cante, para que todos o ouçam ? e para que seu canto seja EXECUTADO.
A Palavra Presidencial: Um Decreto Inegociável
Um presidente do Atlético sem brilho e sem função é comparável a um Galo desprovido de crista, honra e espora. Quando o mandatário do Atlético se manifesta, é um sinal inequívoco: "pare o que está fazendo e venha me escutar". Liderar implica conhecer os ritos e conferir peso às palavras através de ações e exemplos concretos. A palavra de um presidente não se dilui ? ela é um decreto, e deve ser cumprida.
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